Sentir, ouvir, descobrir e criar música. Esse é o objetivo da Oficina de música, que desenvolve a sensibilidade musical nas crianças e adolescente e permite a expressão criativa de cada um/uma.
A oficina de música além de capacitar as crianças e adolescentes na teoria músical com vistas a construção de uma orquestra jovem, tem espaços para composição, e nesse ponto já temos como resultado, várias composições das próprias crianças e adolescentes, o que resultou na gravação do CD "Luz no final do túnel" com músicas, arranjos e interpretações dos educandos e que será lançado já no mês de outububro.
Além do ensino da teoria musical, a oficina desenvolve aulas práticas de percusão, violão, flauta e canto, tendo o educador Pedro Francisco a sua frente com o apoio de Israel (violão e vocalista) e Gyl Silva (compositor, tecladista e violonista) - ôntem educandos da fundação e hoje educadores que fazem a diferença, uma vez que são testemunhos vivos e reais do quanto a música é transformadora e amplia os horizontes, alimentando sonhos que impulsionam e alimentam uma vida melhor.
Adeus trabalho infantil
Não vivo essa vida agora
Na levada, na batida, no swing do pandeiro
É que a gente comemora"
(Trecho da música "Zé Ninguém" que faz parte do nosso CD.)
sábado, 26 de setembro de 2009
terça-feira, 22 de setembro de 2009
Oficinas Recreativas - "Caminhando para combate ao trabalho Infantil"
As Oficinas Recreativas são momentos de descontração, lazer e reflexão, seja com uma aprensentação de um vídeo, uma brincadeira, ou artesanato. Sempre respeitando o tempo de cada criança e relacionando-se com as outras oficinas, de forma que em cada movimento se desenvolve os vários aspectos pedagógicos: coordenação motora, relações interpessoais e grupais e criatividade, vivenciando e descobrindo as várias capacidades.
Nas fotos acima, a Educadora Laysla é a responsável pelas atividades.
Nas fotos acima, a Educadora Laysla é a responsável pelas atividades.
A HISTÓRIA DO MEU BAIRRO "Caminhado para o Combate ao Trabalho Infantil"
O olhar das crianças acerca da realidade do lugar onde vivem, traz elementos para reflexão, compreensão e impulsiona sonhos de transformação.
Assim é a Oficina "A história do meu Bairro" que tem como educadora responsável Nana Rodrigues, esta oficina tem o objetivo de incentivar a escrita através de fotos feitas pelas próprias crianças, além de resultar em imagens de tirar o fôlego, oprotuniza a expressão da realidade, a partir do ângulo e visão infantil.
Ao final, a Fundação Cuca organizará uma exposição dessas fotos com os resultados desta oficina.
sexta-feira, 18 de setembro de 2009
CAPOEIRA - "Caminhado Para o Combate ao trabalho Infantil"
Dentro do projeto "Caminhado para o Combate ao Trabalho Infantil" que a Fundcuca desenvolve em parceria com a PETROBRAS, são oferecidas diversas oficinas, entre elas a de Capoeira, tendo o educador/capoerista Jerdilsom à frente dessa atividade.
A Oficina de Capoeira desenvolve a coordenação motora, habilidades artística, além de desenvolver o espírito de grupo. Um forma eficáz de trabalhar a agressividade, respeito, responsabilidades, limites e proporcionar um desenvolvimento físico e mental de todos e todas participantes além de elevar a auto-estima, bem como descobrir e exercitar a musicalidade da cultura afro.
A Oficina de Capoeira desenvolve a coordenação motora, habilidades artística, além de desenvolver o espírito de grupo. Um forma eficáz de trabalhar a agressividade, respeito, responsabilidades, limites e proporcionar um desenvolvimento físico e mental de todos e todas participantes além de elevar a auto-estima, bem como descobrir e exercitar a musicalidade da cultura afro.
quinta-feira, 17 de setembro de 2009
FUNDCUCA na II Semana da Diversidade Cultural de Guarabira
Foi Show!!
A Fundcuca levou algumas de suas estrelas para abrilhantar a IISenana da Diversidade Cultural de Guarabira (agosto/09). Israel e Marineide (vocais), com o acompanhamento de Gyl (músico e educador da fundação) e dos alunos da Oficina de Música, fizeram a praça parar e se emocionar num show de música de qualidade. No repertório, além de músicas de autores renomados e sucessos da MPB, o grupo aprensetou músicas inéditas, de autoria e composição próprias e que estarão no CD "Luz No Final do Túnel" que a fundação está em fase de conclusão e fará seu lançamento ainda em outubro.
A Fundcuca levou algumas de suas estrelas para abrilhantar a IISenana da Diversidade Cultural de Guarabira (agosto/09). Israel e Marineide (vocais), com o acompanhamento de Gyl (músico e educador da fundação) e dos alunos da Oficina de Música, fizeram a praça parar e se emocionar num show de música de qualidade. No repertório, além de músicas de autores renomados e sucessos da MPB, o grupo aprensetou músicas inéditas, de autoria e composição próprias e que estarão no CD "Luz No Final do Túnel" que a fundação está em fase de conclusão e fará seu lançamento ainda em outubro.
quarta-feira, 16 de setembro de 2009
Projeto “Caminhando para o Combate ao Trabalho Infantil”, PETROBRAS
O Projeto “Caminhando para o Combate ao Trabalho Infantil”, desenvolvido pela Fundação Centro Unificado de Capacitação e Arte – FUNDAÇÃO CUCA, que atende crianças e adolescentes em situação de extrema vulnerabilidade social e pessoal, na sua maioria oriundos do trabalho infantil no lixão da cidade de Guarabira, vem acompanhando 220 crianças, adolescentes e seus familiares desde o ano de 2000, desenvolvendo atividades ludo pedagógicas, artísticas, culturais, promovendo o protagonismo juvenil, além de participar das discussões em torno da temática do trabalho infanto-juvenil nos diversos espaços de representação política da cidade de Guarabira.
Com base nos indicadores de desenvolvimento humano do próprio município, a Fundação CUCA instalou e mantém instalado um núcleo de atendimento as crianças, adolescentes e seus familiares, no Conjunto Mutirão. O Conjunto está localizado a 4 km do centro da cidade, desprovido das políticas públicas mais essenciais, como esgoto, saúde, transporte, infra-estrutura etc, com uma população oscilando em torno de 1200 a 1500 pessoas, a margem do processo de inclusão social. Próximo ao conjunto, encontra-se o lixão a céu aberto, fonte de sobrevivência de grande parte dos moradores, com o agravante do trabalho infanto-juvenil no lixão.
Diante dessa realidade de exclusão, no de 1999, a Fundação CUCA fez um diagnóstico sócio econômico no conjunto Mutirão, em que a análise dos dados, permitiu a entidade a construir uma proposta de intervenção junto às crianças, adolescentes e seus familiares.
Na ação com os familiares a Fundação CUCA contribui para a criação da Associação dos Catadores de Materiais Recicláveis – ACAMARE, a quem vem prestando acessória até os dias atuais.
A discussão da exploração da mão-de-obra infanto-juvenil, acompanha nossa história desde o processo de formação da sociedade brasileira.
De acordo com publicação da Organização Internacional do Trabalho (OIT), crianças são utilizadas em diversas modalidades de emprego: no campo, na cidade, no lar, na rua, em artesanatos, no comércio, em plantações, minas e fábricas. Nesse sentido a OIT, delineou algumas características do trabalho infantil no mundo, que são:
•Entre crianças de 5 e 14 anos que trabalham, três quartos o fazem em negócios e atividades da própria família. A maior parte delas não recebem remuneração, com exceção da América Latina, onde um número expressivo recebe remuneração (muito baixa);
•Em relação ao trabalho semi-escravo, este documento cita dois países da América Latina. Um deles é o Brasil e o outro a República Dominicana.
A ausência da criança na escola e o trabalho infantil são fenômenos que andam juntos. Nos países em que a incidência do trabalho infantil é maior não existe educação elementar e gratuita ou, quando existe, não é suficiente para atender à demanda. Outra agravante é que a qualidade do ensino é muito baixa e os pais não se encontram estimulados a manter seus filhos na escola, em vista dos atrativos do mercado de trabalho. Para Veiga (1998), estes são fatores que determinam os altos índices de trabalho infantil nestes países.
Pode-se dizer, com base nos estudos da OIT (1993), que as principais causas das crianças trabalharem sejam, além da legislação inadequada e, principalmente, da ineficiência de sua aplicação, a pobreza que leva a criança a trabalhar para contribuir com a renda familiar e a carência de um sistema educativo apropriado.
Em 2006 o Fórum Estadual de Prevenção ao Trabalho Infantil e de Proteção ao Trabalhador Adolescente – FEPETI, onde a Fundação CUCA tem assento, em parceria com a Casa Pequeno Davi, através do Projeto Catavento, realizou uma pesquisa no município em que os dados apontam o trabalho no lixão como uma das principais ocupações de crianças e adolescentes, residentes no conjunto “Mutirão”. A mesma pesquisa ainda aponta que, no bairro do Nordeste I, bairro de maior densidade populacional da cidade, próximo ao centro, com grandes contrastes sociais, em que a população jovem tem poucas oportunidades, apresenta um grande número de crianças e adolescentes no trabalho informal urbano (feirantes e trabalho doméstico).
Diante desse quadro, a FUNDAÇÃO CUCA em parceria com a Associação ANAJÔ, vem desenvolvendo ações integradas de combate ao trabalho infantil na comunidade do bairro do Nordeste I, com ações de cultura, esporte e lazer (capoeira, música etc).
Com o desenvolvimento do Projeto Caminhando no Combate ao Trabalho Infantil, cujo o valor solicitado é de R$ 250.000,00 (Duzentos e Cinqüenta Mil Reais), espera-se dar continuidade ao trabalho em regime de meio aberto, desenvolvido pela Fundação CUCA em parceria com a ANAJÔ, junto a uma clientela de 300 (Trezentas) crianças, adolescentes e seus familiares, bem como colaborar na mobilização, discussão e construção dos planos Municipal de Erradicação do Trabalho Infantil e o Plano Municipal de Convivência Familiar e Comunitária, sendo este último tema pautado nas últimas conferências dos Direitos das Crianças e Adolescentes.
Com base nos indicadores de desenvolvimento humano do próprio município, a Fundação CUCA instalou e mantém instalado um núcleo de atendimento as crianças, adolescentes e seus familiares, no Conjunto Mutirão. O Conjunto está localizado a 4 km do centro da cidade, desprovido das políticas públicas mais essenciais, como esgoto, saúde, transporte, infra-estrutura etc, com uma população oscilando em torno de 1200 a 1500 pessoas, a margem do processo de inclusão social. Próximo ao conjunto, encontra-se o lixão a céu aberto, fonte de sobrevivência de grande parte dos moradores, com o agravante do trabalho infanto-juvenil no lixão.
Diante dessa realidade de exclusão, no de 1999, a Fundação CUCA fez um diagnóstico sócio econômico no conjunto Mutirão, em que a análise dos dados, permitiu a entidade a construir uma proposta de intervenção junto às crianças, adolescentes e seus familiares.
Na ação com os familiares a Fundação CUCA contribui para a criação da Associação dos Catadores de Materiais Recicláveis – ACAMARE, a quem vem prestando acessória até os dias atuais.
A discussão da exploração da mão-de-obra infanto-juvenil, acompanha nossa história desde o processo de formação da sociedade brasileira.
De acordo com publicação da Organização Internacional do Trabalho (OIT), crianças são utilizadas em diversas modalidades de emprego: no campo, na cidade, no lar, na rua, em artesanatos, no comércio, em plantações, minas e fábricas. Nesse sentido a OIT, delineou algumas características do trabalho infantil no mundo, que são:
•Entre crianças de 5 e 14 anos que trabalham, três quartos o fazem em negócios e atividades da própria família. A maior parte delas não recebem remuneração, com exceção da América Latina, onde um número expressivo recebe remuneração (muito baixa);
•Em relação ao trabalho semi-escravo, este documento cita dois países da América Latina. Um deles é o Brasil e o outro a República Dominicana.
A ausência da criança na escola e o trabalho infantil são fenômenos que andam juntos. Nos países em que a incidência do trabalho infantil é maior não existe educação elementar e gratuita ou, quando existe, não é suficiente para atender à demanda. Outra agravante é que a qualidade do ensino é muito baixa e os pais não se encontram estimulados a manter seus filhos na escola, em vista dos atrativos do mercado de trabalho. Para Veiga (1998), estes são fatores que determinam os altos índices de trabalho infantil nestes países.
Pode-se dizer, com base nos estudos da OIT (1993), que as principais causas das crianças trabalharem sejam, além da legislação inadequada e, principalmente, da ineficiência de sua aplicação, a pobreza que leva a criança a trabalhar para contribuir com a renda familiar e a carência de um sistema educativo apropriado.
Em 2006 o Fórum Estadual de Prevenção ao Trabalho Infantil e de Proteção ao Trabalhador Adolescente – FEPETI, onde a Fundação CUCA tem assento, em parceria com a Casa Pequeno Davi, através do Projeto Catavento, realizou uma pesquisa no município em que os dados apontam o trabalho no lixão como uma das principais ocupações de crianças e adolescentes, residentes no conjunto “Mutirão”. A mesma pesquisa ainda aponta que, no bairro do Nordeste I, bairro de maior densidade populacional da cidade, próximo ao centro, com grandes contrastes sociais, em que a população jovem tem poucas oportunidades, apresenta um grande número de crianças e adolescentes no trabalho informal urbano (feirantes e trabalho doméstico).
Diante desse quadro, a FUNDAÇÃO CUCA em parceria com a Associação ANAJÔ, vem desenvolvendo ações integradas de combate ao trabalho infantil na comunidade do bairro do Nordeste I, com ações de cultura, esporte e lazer (capoeira, música etc).
Com o desenvolvimento do Projeto Caminhando no Combate ao Trabalho Infantil, cujo o valor solicitado é de R$ 250.000,00 (Duzentos e Cinqüenta Mil Reais), espera-se dar continuidade ao trabalho em regime de meio aberto, desenvolvido pela Fundação CUCA em parceria com a ANAJÔ, junto a uma clientela de 300 (Trezentas) crianças, adolescentes e seus familiares, bem como colaborar na mobilização, discussão e construção dos planos Municipal de Erradicação do Trabalho Infantil e o Plano Municipal de Convivência Familiar e Comunitária, sendo este último tema pautado nas últimas conferências dos Direitos das Crianças e Adolescentes.
segunda-feira, 14 de setembro de 2009
Apresentação
*PROMOVER OS DIREITOS HUMANOS DAS CRIANÇAS, ADOLESCENTES E DE SUAS FAMÍLIAS EM SITUAÇÃO DE RISCO PESSOAL E SOCIAL*
A FUNDCUCA no seu núcleo de atendimenteo em Guarabira, localizado no bairro do Mutirão atende 150 crianças e adolescente em situação de risco pessoal e social, em sua sede no Município de Bananeiras-PB presta traabalho de assessoria jurídica com o Promotor Dr. Onêsimo.
A FUNDCUCA presta assesoria e acompanhamento à luta dos/das catadores/catadoras do lixão de Guarabira e ajudou a criar a ACAMARE - Associação dos Catadores e Catadoras de Materiais Recicláveis.
A FUNDCUCA é mebro do C.E.D.C.A- Conselho Estadual dos Direitos das Crianças e Adolescente e do C.M.D.C.A-Cosenlho Municipal de Direitos das Crianças e Adolescente, além de fazer parte da coordenação do Fórum D.C.A
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